15 de Abril
"Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome." (Salmo 23.3)
Aquele que compreende a profundidade dessa promessa se torna forte, confiante e destemido. Se o Senhor conduz você por vereda plana e pelos caminhos da justiça por amor do Seu nome, como seria possível algo estar errado em sua vida? Jamais! Todas as angústias, todo o mau humor, toda insatisfação e todas as queixas vêm da incredulidade. Permita-me dizer a você particularmente: o Senhor só é honrado e glorificado se você aceita as Suas promessas como sendo dEle para você bem pessoalmente. Se aqui está escrito: "Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome", isso significa por amor ao nome de Jesus. As promessas da Bíblia são garantidas e certas no precioso nome de Jesus, pois está escrito: "Porque quantas são as promessas de Deus tantas têm nele o sim; porquanto também por ele é o amém para glória de Deus." Essa certeza de ser guiado por vereda plana, por vereda de justiça, consola nosso coração. O mesmo Davi que também tinha essa certeza exclamou: "Percorrerei o caminho dos teus mandamentos, quando me alegrares o coração." É como um abençoado círculo divino, depois de nos aproximarmos dEle fica mais fácil obedecer ao Senhor.
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
PR MDAYRES
terça-feira, 14 de abril de 2009
14 de Abril
"Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo." (Salmo 23.4)
A palavrinha aparentemente insignificante "porque" nos mostra grandes coisas que não têm palavras que o expressem. Davi canta esse salmo e expressa sua fé claramente no Salmo 23. Ele teria motivos mais que suficientes para naufragar de medo e pavor, pois estava cercado de inimigos, mas ele se agarrou no Senhor: "...porque tu estás comigo." Este "porque" realça e enfatiza a excelsa pessoa de Deus. Quando a pessoa do Senhor tem o espaço maior em sua vida e domina todas as áreas de sua existência, você sempre poderá usar esse vitorioso "porquê". Você tem motivos para ficar apavorado, ter medo e aflição, mas assim mesmo ouse expressar o "porquê": "...não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo." Essa pequena palavrinha também resolve a suprema questão da nossa fraqueza. Você se queixa: "Não tenho forças, gostaria de servir melhor ao Senhor, mas por toda parte só encontro portas fechadas." Tenha confiança, pois o Senhor conhece a sua fraqueza. O salmista testifica: "Ele me abateu a força no caminho." Mas veja a promessa do Senhor: "...eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar." E a justificativa para isso: "...que tens pouca força." Justamente porque você é fraco, Ele é poderoso em você! Justamente porque você não pode resolver as situações, Ele pode fazer tudo por você!
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
pr mdayres
"Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo." (Salmo 23.4)
A palavrinha aparentemente insignificante "porque" nos mostra grandes coisas que não têm palavras que o expressem. Davi canta esse salmo e expressa sua fé claramente no Salmo 23. Ele teria motivos mais que suficientes para naufragar de medo e pavor, pois estava cercado de inimigos, mas ele se agarrou no Senhor: "...porque tu estás comigo." Este "porque" realça e enfatiza a excelsa pessoa de Deus. Quando a pessoa do Senhor tem o espaço maior em sua vida e domina todas as áreas de sua existência, você sempre poderá usar esse vitorioso "porquê". Você tem motivos para ficar apavorado, ter medo e aflição, mas assim mesmo ouse expressar o "porquê": "...não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo." Essa pequena palavrinha também resolve a suprema questão da nossa fraqueza. Você se queixa: "Não tenho forças, gostaria de servir melhor ao Senhor, mas por toda parte só encontro portas fechadas." Tenha confiança, pois o Senhor conhece a sua fraqueza. O salmista testifica: "Ele me abateu a força no caminho." Mas veja a promessa do Senhor: "...eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar." E a justificativa para isso: "...que tens pouca força." Justamente porque você é fraco, Ele é poderoso em você! Justamente porque você não pode resolver as situações, Ele pode fazer tudo por você!
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
pr mdayres
segunda-feira, 13 de abril de 2009
13 de Abril
"Pois o Senhor, por causa do seu grande nome, não desamparará o seu povo." (1 Samuel 12.22)
Na Bíblia, a palavrinha "pois" muitas vezes caracteriza situações de mudança, momentos em que a situação fica completamente diferente de um momento a outro. E, quando usada em relação ao Senhor, muitas vezes significa glória. Quando José se encontrava em grande opressão no Egito, lemos: "O Senhor, porém [pois], era com José, e lhe foi benigno, e lhe deu mercê perante o carcereiro." Esse fato transformou sua cela num palácio, pois onde está o Senhor há luz e brilho, nunca escuridão.
Quando Coré se rebelou contra Moisés, a Bíblia fala que: "...então a glória do Senhor apareceu a toda a congregação." A glória do Senhor foi para Moisés o "então", o "mas" divino e salvador. Ao seu redor tudo se tornou claro e resplandecente quando a glória do Senhor se manifestou.
O mesmo também aconteceu conosco. Quando ainda estávamos sob o poder das trevas e éramos filhos da ira, assim como todos os outros, e nos encontrávamos sem salvação nas garras do inimigo, ressoou pelo Universo o todo poderoso "mas" de Deus: "Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo..." Será que por isso nossa vida não deveria ser uma adoração e um louvor a nosso Senhor?
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
PR MDAYRES
"Pois o Senhor, por causa do seu grande nome, não desamparará o seu povo." (1 Samuel 12.22)
Na Bíblia, a palavrinha "pois" muitas vezes caracteriza situações de mudança, momentos em que a situação fica completamente diferente de um momento a outro. E, quando usada em relação ao Senhor, muitas vezes significa glória. Quando José se encontrava em grande opressão no Egito, lemos: "O Senhor, porém [pois], era com José, e lhe foi benigno, e lhe deu mercê perante o carcereiro." Esse fato transformou sua cela num palácio, pois onde está o Senhor há luz e brilho, nunca escuridão.
Quando Coré se rebelou contra Moisés, a Bíblia fala que: "...então a glória do Senhor apareceu a toda a congregação." A glória do Senhor foi para Moisés o "então", o "mas" divino e salvador. Ao seu redor tudo se tornou claro e resplandecente quando a glória do Senhor se manifestou.
O mesmo também aconteceu conosco. Quando ainda estávamos sob o poder das trevas e éramos filhos da ira, assim como todos os outros, e nos encontrávamos sem salvação nas garras do inimigo, ressoou pelo Universo o todo poderoso "mas" de Deus: "Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo..." Será que por isso nossa vida não deveria ser uma adoração e um louvor a nosso Senhor?
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
PR MDAYRES
sábado, 11 de abril de 2009
11 de Abril
"Deixai-os crescer juntos até à colheita, e, no tempo da colheita, direi aos ceifeiros: Ajuntai primeiro o joio, atai-o em feixes para ser queimado; mas o trigo, recolhei-o no meu celeiro." (Mateus 13.30)
Aqui não é feita uma exortação para afastar o inimigo, pois ele não está em nós, mas fora do nosso coração. Assim, somos aparentemente passivos não tomando nenhuma providência, como ordenou o Senhor. Mas justamente essa passividade em Cristo é máxima atividade espiritual. Pegadas do inimigo? Sim, elas aparecem de vez em quando, mas se você estiver seguro em Jesus, o inimigo não pode fazer nada a você. Apague essas marcas pelo poder do sangue de Jesus! Comece novamente uma vida fiel de fé. Procure uma profunda relação com a Bíblia. Preocupe-se em deixar em sua passagem pegadas de luz, marcas que são bênçãos na vida de outros. Trabalhe por amor a Jesus. Propague a semente da Palavra de Deus. Dê testemunhos convincentes! Essas marcas cheias de luz não podem ser apagadas; elas permanecem. Elas vão até à eternidade, de modo que, um dia, em letras douradas se poderá ler a seu respeito que: "...as suas obras o acompanham." Ande como o Senhor Jesus andou, ande com Ele, você deixará em seu caminho rastros que permanecerão por toda a eternidade.
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
"Deixai-os crescer juntos até à colheita, e, no tempo da colheita, direi aos ceifeiros: Ajuntai primeiro o joio, atai-o em feixes para ser queimado; mas o trigo, recolhei-o no meu celeiro." (Mateus 13.30)
Aqui não é feita uma exortação para afastar o inimigo, pois ele não está em nós, mas fora do nosso coração. Assim, somos aparentemente passivos não tomando nenhuma providência, como ordenou o Senhor. Mas justamente essa passividade em Cristo é máxima atividade espiritual. Pegadas do inimigo? Sim, elas aparecem de vez em quando, mas se você estiver seguro em Jesus, o inimigo não pode fazer nada a você. Apague essas marcas pelo poder do sangue de Jesus! Comece novamente uma vida fiel de fé. Procure uma profunda relação com a Bíblia. Preocupe-se em deixar em sua passagem pegadas de luz, marcas que são bênçãos na vida de outros. Trabalhe por amor a Jesus. Propague a semente da Palavra de Deus. Dê testemunhos convincentes! Essas marcas cheias de luz não podem ser apagadas; elas permanecem. Elas vão até à eternidade, de modo que, um dia, em letras douradas se poderá ler a seu respeito que: "...as suas obras o acompanham." Ande como o Senhor Jesus andou, ande com Ele, você deixará em seu caminho rastros que permanecerão por toda a eternidade.
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
sexta-feira, 10 de abril de 2009
10 de Abril
"...Para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios." (2 Coríntios 2.11)
Repare nas pequenas marcas que o inimigo deixa em sua vida, nas minúsculas pegadas que, às vezes, se acham no seu caminho. São as pegadas das pequenas raposinhas que destroem os vinhedos. Apanhe-as! O passar desatento pelas marcas do inimigo pode ter conseqüências desastrosas em sua vida de fé. Por isso, não evite o confronto vitorioso com o inimigo. Jesus é vencedor! O que diz Jesus na parábola do joio no meio do trigo? Como resposta à pergunta do servo sobre a origem do joio, Ele diz: "Um inimigo fez isso." De repente, você nota que dentro de sua igreja, em sua própria família o joio cresceu junto com o trigo. Essa é a obra do inimigo, essas são as pegadas dele. Ele age em toda parte. Mas, por favor, permaneça em Jesus. Na verdade, estamos no mundo, mas não somos do mundo. Na verdade, estamos rodeados de poderes demoníacos, mas esses poderes não nos atingem enquanto o Senhor permanecer em nós e nós permanecermos nEle. Então Ele, o Vencedor, opera em você e por meio de você. Dessa maneira você não apenas terá condições de reconhecer o inimigo, mas também poderá resistir-lhe vitoriosamente, tornando-o impotente e vencendo sobre todas as raposinhas que infestam o seu caminho.
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
pr mdayres
"...Para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios." (2 Coríntios 2.11)
Repare nas pequenas marcas que o inimigo deixa em sua vida, nas minúsculas pegadas que, às vezes, se acham no seu caminho. São as pegadas das pequenas raposinhas que destroem os vinhedos. Apanhe-as! O passar desatento pelas marcas do inimigo pode ter conseqüências desastrosas em sua vida de fé. Por isso, não evite o confronto vitorioso com o inimigo. Jesus é vencedor! O que diz Jesus na parábola do joio no meio do trigo? Como resposta à pergunta do servo sobre a origem do joio, Ele diz: "Um inimigo fez isso." De repente, você nota que dentro de sua igreja, em sua própria família o joio cresceu junto com o trigo. Essa é a obra do inimigo, essas são as pegadas dele. Ele age em toda parte. Mas, por favor, permaneça em Jesus. Na verdade, estamos no mundo, mas não somos do mundo. Na verdade, estamos rodeados de poderes demoníacos, mas esses poderes não nos atingem enquanto o Senhor permanecer em nós e nós permanecermos nEle. Então Ele, o Vencedor, opera em você e por meio de você. Dessa maneira você não apenas terá condições de reconhecer o inimigo, mas também poderá resistir-lhe vitoriosamente, tornando-o impotente e vencendo sobre todas as raposinhas que infestam o seu caminho.
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
pr mdayres
quinta-feira, 9 de abril de 2009
INICIOU ONTEM NOSSA FESTIVIDADE DE ANIVERSARIO DE 5 ANOS , TIVEMOS A HONRA DE TER CONNOSCO O PR RUSVIO DA IEQ JARDIM BRASÍLIA, FOI TREMENDA A PALAVRA MINISTRADA, GLORIA A DEUS, APARTIR DE AMANHA FOTOS DO EVENTO!!! HOJE ATE DOMINGO, VAI SER UMA GRANDE FESTA PARA GLORIA DE DEUS, VCS SÃO MEUS CONVIDADOS!!!
9 de Abril
"Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo." (1 Coríntios 3.11)
O dia da ceifa, o dia do tribunal de Cristo, quando nós, como Igreja de Jesus, estaremos diante do trono do julgamento está muito próximo. Por isso, aproveite bem o tempo! Preocupe-se em edificar sobre o fundamento de sua salvação – que é Jesus Cristo – aquilo que a Bíblia chama de ouro, prata, pedras preciosas. De maneira concreta, isso significa permitir que em sua vida todos os propósitos conduzam a um único alvo. E o alvo é a glorificação do nome do Senhor.
Permita que o amor a Jesus seja a mola propulsora ao usar seu tempo, pois assim ele será transformado em valores eternos. E assim a colheita feita em sua vida será um triunfo diante do tribunal de Cristo. Uma vida remida e entregue ao Senhor com essa intensidade sofre tentações, é colocada em dúvida, e tem reveses, mas, em compensação, as Escrituras dizem: "Os que com lágrimas semeiam, com júbilo ceifarão." Aproveite bem o tempo, pois de repente tudo terá passado! "...Ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam nem roubam." Talvez você pergunte: na prática, como posso começar a usar o meu tempo para que meus atos tenham valor eterno? Resposta: ore mais! Leia mais a Palavra de Deus! Mantenha diálogo com Deus! Esse é o começo.
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
pr mdayres
"Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo." (1 Coríntios 3.11)
O dia da ceifa, o dia do tribunal de Cristo, quando nós, como Igreja de Jesus, estaremos diante do trono do julgamento está muito próximo. Por isso, aproveite bem o tempo! Preocupe-se em edificar sobre o fundamento de sua salvação – que é Jesus Cristo – aquilo que a Bíblia chama de ouro, prata, pedras preciosas. De maneira concreta, isso significa permitir que em sua vida todos os propósitos conduzam a um único alvo. E o alvo é a glorificação do nome do Senhor.
Permita que o amor a Jesus seja a mola propulsora ao usar seu tempo, pois assim ele será transformado em valores eternos. E assim a colheita feita em sua vida será um triunfo diante do tribunal de Cristo. Uma vida remida e entregue ao Senhor com essa intensidade sofre tentações, é colocada em dúvida, e tem reveses, mas, em compensação, as Escrituras dizem: "Os que com lágrimas semeiam, com júbilo ceifarão." Aproveite bem o tempo, pois de repente tudo terá passado! "...Ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam nem roubam." Talvez você pergunte: na prática, como posso começar a usar o meu tempo para que meus atos tenham valor eterno? Resposta: ore mais! Leia mais a Palavra de Deus! Mantenha diálogo com Deus! Esse é o começo.
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
pr mdayres
quarta-feira, 8 de abril de 2009
8 de Abril
"Pois, quanto a ter morrido, de uma vez para sempre morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus. Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus." (Romanos 6.10-11)
A sexta conseqüência da morte de Jesus se relaciona com a nossa natureza pecadora. Nós gememos por causa dessa natureza, porque, à luz da majestade e da santidade de Deus, notamos que somos corruptos por natureza. Andamos curvados sob esse fardo até que se revele para nós o mistério da morte de Jesus e seu efeito sobre nosso ser.
A conseqüência da morte de Jesus sobre nossa natureza é descrita claramente no versículo acima. Isso significa de maneira bem prática: quando você sente a sua natureza pecaminosa, quando se dá conta das más inclinações e tendências que você tem, nesse momento, pela fé você deve se posicionar na cruz de Jesus. Ele morreu e eu morri com Ele – esse é o fato, a realidade, quer eu a sinta quer não. Se você assumir essa posição, então, conforme Romanos 6.7, você estará "justificado do pecado", pois aquele que morreu já está justificado do pecado inerente à sua natureza pecaminosa. Deus não vê mais essa índole pecaminosa uma vez que você morreu com Cristo que o livrou desse caráter de pecado.
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
pr mdayres
"Pois, quanto a ter morrido, de uma vez para sempre morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus. Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus." (Romanos 6.10-11)
A sexta conseqüência da morte de Jesus se relaciona com a nossa natureza pecadora. Nós gememos por causa dessa natureza, porque, à luz da majestade e da santidade de Deus, notamos que somos corruptos por natureza. Andamos curvados sob esse fardo até que se revele para nós o mistério da morte de Jesus e seu efeito sobre nosso ser.
A conseqüência da morte de Jesus sobre nossa natureza é descrita claramente no versículo acima. Isso significa de maneira bem prática: quando você sente a sua natureza pecaminosa, quando se dá conta das más inclinações e tendências que você tem, nesse momento, pela fé você deve se posicionar na cruz de Jesus. Ele morreu e eu morri com Ele – esse é o fato, a realidade, quer eu a sinta quer não. Se você assumir essa posição, então, conforme Romanos 6.7, você estará "justificado do pecado", pois aquele que morreu já está justificado do pecado inerente à sua natureza pecaminosa. Deus não vê mais essa índole pecaminosa uma vez que você morreu com Cristo que o livrou desse caráter de pecado.
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
pr mdayres
terça-feira, 7 de abril de 2009
7 de Abril
"Onde está, ó morte, a tua vitória? onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei." (1 Coríntios 15.55-57)
Como quinta conseqüência consideremos o efeito da morte de Jesus em relação à morte. A morte é uma realidade terrível. Isso milhares de pessoas já experimentaram quando se encontravam ao lado da sepultura de algum ente querido. Também o Senhor Jesus jamais ignorou a realidade da morte. Quando Ele chegou para ressuscitar seu amigo Lázaro que já se encontrava quatro dias na sepultura, Ele até chorou ao lado do sepulcro. Mas assim como a morte é uma dura realidade, existe uma outra realidade que é maravilhosa: essa mesma morte que nos inspira tanto pavor perdeu seu poder e sua força por meio da morte de Jesus. Embora o crente fique cada vez mais velho, e esteja se aproximando inexoravelmente do dia em que partirá deste mundo, a pessoa que crê em Jesus se encontra dentro do raio de ação da promessa do Salmo 92. E, conforme as palavras do apóstolo Paulo, essa pessoa constantemente rejuvenesce em seu interior: "...mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo o nosso homem interior se renova de dia em dia." Essa pessoa é possuidora da juventude eterna, pois no Salmo 103.5 está escrito que nos renovamos como a águia. Esse é o fato maravilhoso: através da Sua morte, Jesus Cristo nos reconciliou com Deus! Ele nos libertou do poder de Satanás, Ele nos salvou do caráter deste mundo e nos deu a vida eterna.
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
pr mdayres
"Onde está, ó morte, a tua vitória? onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei." (1 Coríntios 15.55-57)
Como quinta conseqüência consideremos o efeito da morte de Jesus em relação à morte. A morte é uma realidade terrível. Isso milhares de pessoas já experimentaram quando se encontravam ao lado da sepultura de algum ente querido. Também o Senhor Jesus jamais ignorou a realidade da morte. Quando Ele chegou para ressuscitar seu amigo Lázaro que já se encontrava quatro dias na sepultura, Ele até chorou ao lado do sepulcro. Mas assim como a morte é uma dura realidade, existe uma outra realidade que é maravilhosa: essa mesma morte que nos inspira tanto pavor perdeu seu poder e sua força por meio da morte de Jesus. Embora o crente fique cada vez mais velho, e esteja se aproximando inexoravelmente do dia em que partirá deste mundo, a pessoa que crê em Jesus se encontra dentro do raio de ação da promessa do Salmo 92. E, conforme as palavras do apóstolo Paulo, essa pessoa constantemente rejuvenesce em seu interior: "...mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo o nosso homem interior se renova de dia em dia." Essa pessoa é possuidora da juventude eterna, pois no Salmo 103.5 está escrito que nos renovamos como a águia. Esse é o fato maravilhoso: através da Sua morte, Jesus Cristo nos reconciliou com Deus! Ele nos libertou do poder de Satanás, Ele nos salvou do caráter deste mundo e nos deu a vida eterna.
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
pr mdayres
segunda-feira, 6 de abril de 2009
6 de Abril
"Não ameis o mundo nem as cousas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo." (1 João 2.15-16)
Se temos em mente a quarta conseqüência da morte de Jesus por nós, então também devemos nos perguntar quem é, afinal, o dominador, o deus do mundo em que vivemos. O deus deste mundo é Satanás. Mas justamente bem no centro deste mundo, o Filho de Deus morreu e venceu Satanás. Portanto, aquele que crê na crucificação e na morte de Jesus também deve se considerar crucificado e morto para as coisas do mundo, e protegido do espírito que o rege. Essa é a finalidade da morte de Jesus, como diz Gálatas 1.4: "...o qual se entregou a si mesmo pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai." Você não acha terrível que ainda existam cristãos que se recusem a se separar e afastar deste mundo perdido? Qualquer entrelaçamento e mistura consciente com o espírito e com a maneira de pensar deste mundo significa crucificar Jesus outra vez. Ao tornar-se crente, a pessoa entra numa nova dimensão através do renascimento, pois está escrito: "Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo." Na prática, apesar de continuarmos vivendo neste mundo, pelo poder da morte de Jesus não mais fazemos parte dele.
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
pr mdayres
"Não ameis o mundo nem as cousas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo." (1 João 2.15-16)
Se temos em mente a quarta conseqüência da morte de Jesus por nós, então também devemos nos perguntar quem é, afinal, o dominador, o deus do mundo em que vivemos. O deus deste mundo é Satanás. Mas justamente bem no centro deste mundo, o Filho de Deus morreu e venceu Satanás. Portanto, aquele que crê na crucificação e na morte de Jesus também deve se considerar crucificado e morto para as coisas do mundo, e protegido do espírito que o rege. Essa é a finalidade da morte de Jesus, como diz Gálatas 1.4: "...o qual se entregou a si mesmo pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai." Você não acha terrível que ainda existam cristãos que se recusem a se separar e afastar deste mundo perdido? Qualquer entrelaçamento e mistura consciente com o espírito e com a maneira de pensar deste mundo significa crucificar Jesus outra vez. Ao tornar-se crente, a pessoa entra numa nova dimensão através do renascimento, pois está escrito: "Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo." Na prática, apesar de continuarmos vivendo neste mundo, pelo poder da morte de Jesus não mais fazemos parte dele.
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
pr mdayres
domingo, 5 de abril de 2009
5 de Abril
"E a vós outros também, que outrora éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas, agora, porém, vos reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte..." (Colossenses 1.21-22)
Aqui temos a terceira conseqüência da morte de Jesus: a relação com a nossa culpa. Se Romanos 5.10 diz que somos reconciliados com Deus pela morte de Seu Filho, então perguntamos: mas o que acontece com nossos incontáveis pecados que praticamos? Diante dessa questão, eu fico imensamente grato a Deus por termos na Bíblia a passagem de 1 Coríntios 15.3, que fala expressamente no plural: "...que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras." Por isso você e eu podemos saber com absoluta certeza: a morte, o sangue de Jesus derramado apagou toda a nossa grande culpa. A esse respeito lemos em Colossenses 2.13-14: "...perdoando todos os nossos delitos; tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós..." Isso não é maravilhoso? O sangue imaculado do Filho de Deus apaga os nossos pecados, e de tal maneira como se nossos pecados nunca tivessem existido! O próprio Deus pagou o mais alto preço com o sangue de Seu próprio Filho amado! Por isso, as Escrituras repetem tantas vezes que Ele "morreu por nós" e que "...Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios."
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
pr mdayres
"E a vós outros também, que outrora éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas, agora, porém, vos reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte..." (Colossenses 1.21-22)
Aqui temos a terceira conseqüência da morte de Jesus: a relação com a nossa culpa. Se Romanos 5.10 diz que somos reconciliados com Deus pela morte de Seu Filho, então perguntamos: mas o que acontece com nossos incontáveis pecados que praticamos? Diante dessa questão, eu fico imensamente grato a Deus por termos na Bíblia a passagem de 1 Coríntios 15.3, que fala expressamente no plural: "...que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras." Por isso você e eu podemos saber com absoluta certeza: a morte, o sangue de Jesus derramado apagou toda a nossa grande culpa. A esse respeito lemos em Colossenses 2.13-14: "...perdoando todos os nossos delitos; tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós..." Isso não é maravilhoso? O sangue imaculado do Filho de Deus apaga os nossos pecados, e de tal maneira como se nossos pecados nunca tivessem existido! O próprio Deus pagou o mais alto preço com o sangue de Seu próprio Filho amado! Por isso, as Escrituras repetem tantas vezes que Ele "morreu por nós" e que "...Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios."
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
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