quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

25 de Fevereiro
"...Muito mais o sangue de Cristo que, pelo Espírito eterno, a si mesmo se ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas para servirmos ao Deus vivo!" (Hebreus 9.14)
Qual foi o propósito de Jesus ao servir a Deus? Ele derramou Sua vida para que nós fôssemos capacitados para o ministério cristão. Em outras palavras, o ilimitado poder de vitória do servir que Jesus praticou é a fonte de poder para o meu e para o seu ministério, para o nosso serviço cristão. Em Jesus Cristo temos tudo. Por isso, como é tolo entregar-se à anarquia e submeter-se ao domínio do inimigo! Observemos o caráter do serviço de Jesus: Ele traz embutido o elemento da total espontaneidade. Com Deus não há serviço forçado, serviço por obrigação. O Senhor Jesus diz de si mesmo: "...eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou." Já no tempo de Josué apareceu essa espontaneidade quando ele disse no fim de sua vida: "Eu e minha casa serviremos ao Senhor." De sua parte é necessária somente uma decisão livre e concreta: declaro-me liberto do poder de Satanás e quero servir sob o domínio real do Senhor Jesus Cristo.
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)


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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

24 de Fevereiro
"...E todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem, e presentemente já está no mundo." (1 João 4.3)
Senhorio de Cristo ou anarquia! Assim como Satanás disse no princípio: "...serei semelhante ao Altíssimo", do mesmo modo, nesse tempo do fim, ele tentará ser igual a Cristo e tomar o Seu lugar.
O senhorio do Senhor Jesus em sua vida pessoal capacita você a cumprir a verdadeira finalidade da sua conversão, que é servir ao Deus vivo. Assim também podemos formular de outra maneira a alternativa – senhorio de Cristo ou anarquia: servir ou dominar. O que, na verdade, significa servir? Nada menos do que a entrega de si mesmo em favor de outra pessoa! O que significa dominar? Auto-afirmação às custas de outros! O aparente dominador foi vencido pelo servo! Isso o próprio Senhor nos disse: "...e quem quiser ser o primeiro entre vós, será vosso servo." Todo e qualquer orgulho e tentativa de auto-afirmação é um rebaixamento da sua personalidade. E, servir traz poder em si? Sim, pois servir é exercitar o domínio vitorioso de Jesus nas nossas vidas! Vemos isso na cruz do Calvário. O Servo venceu o dominador cruel por meio da entrega da Sua própria vida.
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
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domingo, 21 de fevereiro de 2010

21 de Fevereiro
"Perguntou-lhe, pois: Como te chamas? Ele respondeu: Jacó. Então disse: Já não te chamarás Jacó, e, sim, Israel: pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens, e prevaleceste." (Gênesis 32.27-28)
Existe ainda uma terceira pessoa na Bíblia que teve seu nome mudado. Isto aconteceu numa noite misteriosa em Peniel. Este episódio é misterioso e mal podemos entendê-lo: quando Jacó estava sozinho, um homem lutou com ele. Muitas vezes, ensina-se que Jacó lutou com Deus, mas, em primeiro lugar, Deus lutou com Jacó, até o clarear do dia. Está escrito claramente: "...lutava com ele um homem." Durante quanto tempo? Até que o Senhor quebrou sua força humana, pois Jacó não queria se entregar. Somente então Jacó começou a lutar. Ele se agarrou firmemente no Senhor e exclamou: "Não te deixarei ir, se me não abençoares." Devemos levar em conta que o Senhor de fato o abençoou, mas só depois da renovação do nome, só depois que Jacó confessou o que era em seu íntimo. Jacó chorou, lutou com persistência e exclamou: "Não te deixarei ir, se me não abençoares." Ele quer que o Senhor o abençoe logo. Então o Senhor lhe pergunta: "Como te chamas? Ele respondeu: Jacó." Essa foi a sua confissão de pecado, pois Jacó significa "embusteiro, enganador". Depois de ele confessar isso, o Senhor diz: "Já não te chamarás Jacó, e, sim, Israel."
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

por problemas técnicos, estes dias ficou sem postagens!!!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

3 de Fevereiro
"Enviou-lhes a sua palavra e os sarou, e os livrou do que lhes era mortal." (Salmo 107.20)

Demasiadas vezes menosprezamos o maravilhoso poder da Palavra de Deus. Ela tem um poder eterno, curativo e renovador: "...pois fostes regenerados, não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente." Portanto, se esta Palavra tem o poder de implantar vida eterna, será que também não terá capacidade de vivificar, curar e renovar nossa vida pequenina e passageira? Foi o que o oficial falou a Jesus: "...apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado". Mas em nossas situações de enfermidade, na maioria das vezes, trocamos a seqüência. Buscamos a cura do corpo, sem que antes a alma seja curada por meio da Palavra. Se sua alma não está curada, você colocou os "bois diante da carroça", e o sofrimento começa outra vez. Neste caso, você procurou afastar o efeito, mas não a causa. Jacó exclamou quando lhe nasceu o sol em Peniel: "Tenho visto a Deus face a face, e a minha alma foi salva" (ERC). A sua alma já foi curada? Você está curado interiormente? Compreenda – antes de buscar a cura física – busque pela fé, por meio da Palavra de Deus, a cura da alma, e você também experimentará maravilhas em relação ao seu corpo.
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)

pr mdayres
2 de Fevereiro
"Assim que, nós, daqui por diante, a ninguém conhecemos segundo a carne." (2 Coríntios 5.16)
Afirmo com grande seriedade e igual certeza: assim como cada filho de Deus tem de tomar para si o poder da morte de Jesus com convicção, da mesma forma todos nós coletivamente, como Igreja de Jesus, temos de nos revestir da morte de Jesus, pois está escrito: "...um morreu por todos, logo todos morreram." Se somos membros vivos do corpo de Jesus, então também passamos pela Sua morte. Nessa realidade estava baseado o poder sem fronteiras da igreja primitiva. Todos os conflitos e tensões encontravam suas soluções debaixo da cruz de Cristo, pois todos haviam morrido com Ele. Por isso mesmo não conhecemos mais as pessoas segundo a carne, porque todos morremos com Cristo. Nossa velha vida foi igualmente crucificada. O Cordeiro de Deus morreu na cruz para que você e eu – nosso velho ser – pudesse morrer junto com Ele. Se nos limitamos a dizer: "Jesus morreu pela minha culpa", limitamos em parte a gloriosa vitória de Jesus. A finalidade principal da morte de Jesus é: "Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida."
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)

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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

1 de Fevereiro
"Descansa no Senhor e espera nele." (Salmo 37.7)

A pessoa que em seu coração sempre se deixa influenciar de um lado para outro porque não consegue lançar todas as suas preocupações sobre Deus também não consegue esperar pelo Senhor de maneira adequada. Por favor, se aquiete e faça calar agora todas as outras vozes de seu interior; não ouça mais o que elas lhe dizem! Se somos pessoas muito emotivas, temos uma certa facilidade em desviar nossa atenção do alvo que é esperar pelo Senhor. Se você realmente virou as costas aos falsos deuses e resolveu servir ao Senhor, você nem consegue viver de outra maneira que não seja esperando pelo Senhor. Será que não é hora de você se afastar aqui e agora de tudo aquilo que obscurece a sua espera pela volta de Jesus? Só temos um curto prazo, pois o Senhor muito em breve virá. Todas as manifestações que acompanharão o juízo de Deus sobre esta terra já se fazem presentes. Tudo ao nosso redor se encontra em um processo de transformação. E, em meio a essa situação, o Senhor nos exorta com a maior seriedade em 2 Pedro 3.11: "Visto que todas essas cousas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade." João nos exorta para o mesmo comportamento usando outras palavras: "Filhinhos, agora, pois, permanecei nele, para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança e dele não nos afastemos envergonhados na sua vinda."
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)

pr mdayres

domingo, 31 de janeiro de 2010

THIAGO AYRES CANTANDO NA IGREJA MANACIAL

SOU MAIS QUADRANGULAR!!! DESDE 22/05/1989 PR MARQUINHOS AYRES

"Entrando em Jericó, atravessava Jesus a cidade. Eis que um homem, chamado Zaqueu, maioral dos publicanos, e rico, procurava ver quem era Jesus, mas não podia, por causa da multidão, por ser ele de pequena estatura. Então correndo adiante, subiu a um sicômoro, a fim de vê-lo, porque por ali havia de passar. Quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, pois me convém ficar hoje em tua casa. Ele desceu a toda a pressa e o recebeu com alegria. Todos os que viram isto murmuravam, dizendo que ele se hospedara com homem pecador. Entrementes, Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma cousa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais. Então Jesus lhe disse: Hoje houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão. Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o perdido" (Lc 19.1-10).
Zaqueu se empenhou pessoalmente e deu passos bem concretos para ver a Jesus. Ter contato com Jesus, estar com Ele cada dia é algo imprescindível, é uma questão vital para um filho de Deus, pois sem Ele nada podemos fazer, nada que tenha valor eterno.
Depois que muitos na Galiléia haviam se afastado de Jesus, o Senhor perguntou aos discípulos que restavam: "Porventura quereis também vós outros retirar-vos?" (Jo 6.67). Foi Pedro quem respondeu em nome de todos: "...para quem iremos? tu tens as palavras da vida eterna" (v. 68b). Será essa a nossa atitude também? Podemos dizer de todo o coração: Senhor, aqui não temos outro lugar de descanso a não ser junto de Ti? Se pudermos responder afirmativamente, será que é também nosso ardente e sincero desejo ter sempre um novo encontro com Ele? E será que estamos preparados e dispostos a um encontro assim, que exige todo o nosso empenho, como Zaqueu o fez?
Um novo encontro com Jesus Cristo deveria ser muito precioso para nós; temos de pagar o preço por isso. Hoje essa não é a disposição de muitos crentes, pois já tropeçam e falham nas coisas mais naturais da vida cristã. O que eu quero dizer com isso? Bem simplesmente:
Por que é que exatamente nessa atividade nós, cristãos, devemos mostrar empenho total? Porque em uma reunião de filhos de Deus sempre se pode esperar por um novo encontro com o ressurreto Senhor Jesus Cristo. Ele próprio prometeu: "Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles" (Mt 18.20). Formulando de outra forma: onde existe uma reunião de crentes, "ali estou no meio deles". É por isso que somos exortados tão fortemente em Hebreus 10.25: "Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações, e tanto mais quanto vedes que o dia se aproxima" (Hb 10.25). Como é importante não abandonarmos nossas reuniões, porque é lá que podemos sempre ter um encontro com Jesus. Devo ressaltar que a Palavra de Deus deve estar em primeiro lugar em uma igreja local, senão nem se pode falar de um encontro com Jesus. Mas onde isso acontece, sempre se pode encontrar com Jesus.
Realmente não é um assunto sem importância a freqüência às reuniões, uma vez que para o próprio Senhor isso era importante, pois lemos em Lucas 4.16: "Indo para Nazaré, onde fora criado, entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler". Portanto, Jesus também não temia o esforço de ir regularmente à sinagoga.
Falando de esforço: temos um exemplo muito marcante na Bíblia do que estamos tratando, o relato sobre os magos do Oriente. Eles queriam muito ver a Jesus, o recém-nascido Rei dos judeus, e, para tanto, viajaram centenas de quilômetros.
Vamos nós também mostrar um pouco mais de empenho quando se trata de ver a Jesus? Eu não quero dizer apenas que não deveríamos abandonar nossos cultos e reuniões de oração, mas que deveríamos usar e explorar todos os nossos meios pessoais e nossas possibilidades para encontrarmos a Jesus, ou seja: através da leitura bíblica (Deus fala conosco) e da oração (nós falamos com Deus). Através desses dois presentes celestiais podemos ter sempre novos encontros com Jesus e podemos estar com Ele. Vamos usá-los mais intensivamente?
Zaqueu estava a serviço dos romanos. Ele era chefe de alfândega e era abastado: "Eis que um homem, chamado Zaqueu, maioral dos publicanos, e rico..." (Lc 19.2). Estas duas características – maioral dos publicanos e riqueza – faziam com que ele fosse desprezado e odiado pela população. E realmente é verdade: os publicanos, os cobradores de impostos faziam parte da escória do povo naquela época. Isso fica provado, dentre outras evidências, pelo fato de Jesus ter comparado um publicano com o tipo de pessoa que não quer se arrepender: "E, se ele (a pessoa que não quer se arrepender) não os atender (as testemunhas em questão), dize-o à igreja; e, se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano" (Mt 18.17). Publicanos eram, naquela época, o símbolo de gente que não quer se arrepender. Isso chegava ao cúmulo de nem serem mencionados junto com os demais pecadores. Os publicanos eram uma casta especial de pecadores, pomo podemos ver em Lucas 15.1: "Aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para o ouvir".
Quando tomamos consciência disso, deveria ser óbvio para nós que Zaqueu era um homem muito solitário. Na verdade só sobrava uma pessoa com quem Zaqueu poderia se relacionar – e essa pessoa era Jesus. Por isso Lucas 19.3a diz que: "...procurava ver quem era Jesus..." Provavelmente ele havia ouvido falar que esse Jesus também se dava com publicanos, bem ao contrário de todos os outros que os odiavam.
Será que a sua situação é parecida com a de Zaqueu? Não que eu esteja comparando você com um publicano; não, isso não. Mas será que a situação aflitiva na qual Zaqueu vivia não é a sua situação atual, seja por qual for o motivo? Talvez você esteja solitário interiormente, abatido e triste. Se é essa a sua situação, então, por favor, faça a mesma coisa que Zaqueu fez: vá a Jesus de todo o coração! Tenha o desejo ardente de encontrá-lO!
Zaqueu não tinha amigo algum, não tinha esperança, coisas que você talvez ainda tenha neste momento; mas mesmo assim ele fez a melhor coisa que poderia ter feito: ele desejava ver a Jesus! Mas na mesma hora em que ele tomou essa decisão, os problemas começaram. Lucas 19.3 diz: "...procurava ver quem era Jesus, mas não podia, por causa da multidão, por ser ele de pequena estatura". Zaqueu tinha um problema realmente sério. Onde ele olhasse, para trás, para a frente, à direita, à esquerda, por todos os lados ele via as outras pessoas como empecilho em seu caminho. Por isso ele não conseguia ver a Jesus. E na vida espiritual é exatamente igual. Sempre que uma pessoa se dispõe a ver a Jesus, surgirão empecilhos e dificuldades, mas estes têm que ser superados!
Agora vamos examinar mais de perto o problema de Zaqueu. Qual era o seu problema?
O texto transcrito acima diz com toda a clareza: ele "...não podia, por causa da multidão, por ser ele de pequena estatura". O texto não diz que os outros eram de estatura muito elevada. Eles tinham a altura normal, o problema estava no próprio Zaqueu, cuja estatura era abaixo do normal.
Assim é também em nossa vida. Talvez tenhamos o forte desejo de ver a Jesus porque precisamos muito ter um novo encontro com Ele, mas no mesmo instante – assim nos parece – uma montanha de empecilhos se interpõe em nosso caminho. Mas isso simplesmente não é verdade, já que sempre existem empecilhos e dificuldades no caminho que segue ao Cordeiro; temos de contar com isso. Entretanto, no mesmo instante em que uma pessoa se levanta para se reencontrar com Jesus, o diabo providencia muitos empecilhos, e coloca muitas dificuldades no caminho, como, por exemplo, exaustão interior, preguiça, um sentimento de vazio ou a impressão de que tudo é em vão. Mas essas são coisas normais que fazem parte da batalha da fé. Não é verdade que no momento em que você quer se encontrar com Jesus, essas coisas de repente se tornam grandes, mas é a sua fé que, de repente, fica pequena quando você encontra os obstáculos. Por quê? Porque você olha para os problemas e obstáculos, ao invés de manter o olhar firme no Senhor, que tanto você quer encontrar.
Foi o que aconteceu com Pedro, quando queria encontrar seu Senhor sobre as águas. Pedro deu um grande passo de fé, ele mostrou coragem. Mas se queremos ter um novo encontro com o Senhor, se desejamos vê-lO de maneira renovada, se queremos realizar um ato de fé em Seu Nome – é sempre a mesma coisa: o diabo semeia obstáculos. Naquela vez, com Pedro andando sobre as águas, foi um vento forte. O que Pedro fez? Ele olhou para o vento e afundou: "Reparando, porém, na força do vento, teve medo; e, começando a submergir, gritou: Salva-me, Senhor!" (Mt 14.30). O que Jesus respondeu a Pedro? "E, prontamente, Jesus, estendendo a mão, tomou-o e lhe disse: Homem de pequena fé, por que duvidaste?" (v. 31). Será que entendemos bem? Jesus não falou a Pedro: Coitado de você, você não tem culpa de o vento ser forte demais, mas Ele falou: Pedro, a sua fé ficou pequena!
Você quer um novo encontro com Jesus? Se você quiser, então tem que contar com a oposição de Satanás e que ele vai começar a agir. Mas não desanime. Pelo contrário, demonstre uma grande fé!
O que é que Zaqueu fez quando se deu conta de que jamais iria conseguir ver a Jesus por causa das muitas pessoas que atrapalhavam sua visão? Lemos em Lucas 19.4a: "Então correndo adiante, subiu a um sicômoro a fim de vê-lo". Ele não poupou esforços para alcançar o alvo!
Com isso voltamos à primeira parte de nossa mensagem, onde concluímos que um novo encontro com Jesus deveria ser muito importante para nós, levando-nos a buscá-lO com afinco. Isso significa bem concretamente para você que, se você quiser experimentar ao Senhor de uma nova maneira, e o diabo quer impedi-lo, deixe-o trabalhar! Aproprie-se pela fé de uma promessa da Bíblia, uma promessa que o anime a realizar o desejo de seu coração, que é o de estar com Jesus. Pense, por exemplo, na passagem de Jeremias 29.13, onde está escrito: "Buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração."
Quando você fizer isso, Jesus se sentirá impelido a entrar em sua casa, isto é, a ter um encontro com você: "Quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, pois me convém ficar hoje em tua casa" (Lc 19.5). Quando o Senhor vê que alguém, cheio de fé e de coragem, quer se encontrar com Ele, Jesus se achega e conforta essa pessoa. E mais ainda: o Senhor fica esperando por uma atitude assim, pois em 2 Crônicas 16.9a está escrito: "Porque, quanto ao Senhor, seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele." (Marcel Malgo - http://www.ajesus.com.br/) Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, maio de 1997.

pr mdayres

30 de janeiro de 2010

"E, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade" (Ef 3.17-18).
A simplicidade desse texto bíblico é surpreendente. A palavra-chave é "fé". Não é por uma organização, uma denominação, ou mesmo por uma igreja, mas simplesmente "pela fé..." Tampouco é exigido que cumpramos determinadas leis, mandamentos ou instruções religiosas, mas unicamente que tenhamos "fé". Também não temos de experimentar um sinal, um milagre ou ter uma visão para que Cristo habite em nosso coração; somente se diz: "pela fé". Andar pela fé, não pelo que vemos, arraigados e alicerçados no Seu amor, nos capacita a compreendermos "qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade."
Deus ordenou a Abraão: " Levanta-te, percorre essa terra no seu comprimento e na sua largura..." (Gn 13. 17). Essa foi uma promessa horizontal. Mas para nós, que cremos em Cristo, é aberta uma dimensão adicional, a vertical: "a altura, e a profundidade." Pela fé em Cristo, nós nos tornamos cidadãos do céu. Embora vivamos na terra horizontalmente, "no seu comprimento e na sua largura", nossa ligação espiritual é agora da "profundidade" da terra à "altura" do céu.
E essa maravilhosa promessa vai além: "e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus" (Ef 3.19). Você conhece o amor de Cristo? Se a sua resposta é "sim", então você tem muito mais entendimento do que o cientista mais competente da terra. Sem o conhecimento do amor de Cristo, você fica limitado a este minúsculo planeta, e o seu tempo pode ser mais curto do que você pensa, pois a Bíblia diz: "aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo" (Hb 9.27).
Para quem crê no Senhor Jesus, há uma outra promessa "inimaginável" que segue o nosso texto básico: "Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós" (Ef 3.20). Esse texto revela o nosso intelecto limitado; somos incapazes de "pedir e pensar" o que Deus pode fazer e fará, enquanto nosso Senhor pode "fazer infinitamente mais do que tudo..." Nunca deveríamos afrontar o Senhor com a nossa débil mente no que se refere ao que Ele pode ou não pode fazer. No Senhor Jesus habita toda a plenitude da Divindade, conforme diz a Bíblia (Cl 2.9).
Como cristãos, devemos ter sempre em mente aquilo em que nos fundamentamos pela fé em Cristo; somos um nEle, independentemente a qual igreja, denominação ou organização pertençamos. Às vezes recebemos cartas de pessoas de orientação ecumênica, que citam Efésios 4.13: "até que todos cheguemos à unidade da fé...", afirmando que devemos, com toda nossa força, procurar a unidade religiosa. Mas, vamos ler a continuação desse versículo: "e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo." Essa "unidade da fé" acontece direta e exclusivamente no conhecimento do Filho de Deus em direção à "plenitude de Cristo".
Muitos de nós têm opiniões diferentes. Às vezes interpretamos algumas partes das Escrituras de diferentes modos. Isso tem levado com freqüência à criação de diferentes igrejas e denominações. Tantas comunidades organizadas, contudo, não são necessariamente a "Igreja de Jesus Cristo"! Mas dentro delas está oculta a verdadeira Igreja, composta por todos que são nascidos de novo pelo Espírito de Deus.
O apóstolo Paulo escreveu aos coríntios: "Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; então, veremos face a face. Agora, conheço em parte; então, conhecerei como também sou conhecido" (1 Co 13.12), e o apóstolo Pedro teve que reconhecer a respeito das epístolas de Paulo: "há certas coisas difíceis de entender..." (2 Pe 3.6).
Assim, como cristãos, não nos é exigido que tenhamos a compreensão de toda a Escritura. Conseqüentemente, divergimos aqui e ali; mas a unidade que devemos procurar, eu enfatizo, não é encontrada em qualquer movimento, denominação ou igreja. Ela está exclusivamente nEle, que é o Cabeça da Igreja, o Senhor Jesus Cristo.
É importante estar ciente de que praticamente todos os falsos ensinos afirmam que são os donos exclusivos da verdade, isto é, os únicos que podem oferecer a salvação. Se a sua igreja faz tal afirmação, então escape dessa armadilha!
Como cristãos, vivemos no mundo, mas não somos do mundo. Em nosso corpo de carne e sangue, convivemos com as pessoas deste mundo, mas em espírito, na perspectiva celestial, nossa morte, ressurreição e ascensão são uma realidade: "e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus" (Ef 2.6). Portanto, nossa unidade não será obtida na terra, mas "nos lugares celestiais em Cristo Jesus". (Arno Froese – http://www.ajesus.com.br/)Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, junho de 1998.

pr mdayres
29 de janeiro de 2010

Qual é o maior sonho de um atleta? Ser o vencedor e subir no pódio! Não creio que exista algum atleta que não tenha esse sonho. Mas para chegar lá há um longo caminho a seguir. Ninguém nasce vencedor. Essa caminhada envolve muito esforço e dedicação.
Numa competição há muitos atletas, mas um só será o vencedor: aquele que conseguir ter a melhor performance de todos os concorrentes na sua modalidade. O atleta precisa, em primeiro lugar, ter o alvo bem focado e observar todas as regras. Nada pode tirar essa concentração. Qualquer deslize pode ser fatal. Fatores importantes a serem observados são: alimentação, descanso, preparo físico, treino, muita vontade de vencer, etc... Isso não é fácil e há muitos obstáculos a serem vencidos. Quantos atletas já sucumbiram por algum detalhe.
A grande verdade é que nossa vida também é uma corrida. A diferença é que essa corrida não é só para um vencedor, mas todos podem vencer. E todos que vencerem receberão um prêmio muito superior ao que um atleta pode ganhar numa competição. A Bíblia diz em 1 Coríntios 9.24-25: “Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para a alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível”. No que consiste essa corrida e qual é a vitória? O apóstolo Paulo diz em Filipenses 3.7-10: “Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo. Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo e ser achado nele, não tendo justiça própria, que procede de lei, senão a que é mediante a fé em Cristo... para o conhecer, e o poder da sua ressurreição...” Ele nos mostra que vale a pena correr, mas que deve ser da maneira certa. Não por força própria, por boas obras, mas sim pela fé em Cristo. Também afirma em Filipenses 3.12: “Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus”. Em outras palavras: não estamos correndo sozinhos e não somos os primeiros. Jesus Cristo já correu e venceu por nós quando deu Sua vida na cruz. Ali ele conquistou o prêmio da vida eterna para nós.
Talvez você seja como um atleta que corre sem rumo ou fora das regras da competição. Neste exato momento você tem a oportunidade de mudar. Entregue sua vida a Jesus, inscreva-se em Sua equipe, corra com os recursos que Ele providenciou para você, e Ele transformará a sua vida, e lhe dará o prêmio da vida eterna. Deus quer que você vença! Lemos em João 10.10: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. Para conhecer mais do amor de Jesus e tudo que Ele fez por você, leia a Bíblia! (Markus Steiger - http://www.ajesus.com.br/)Extraído do Folheto Corrida Para a Vitória

pr mdayres
28 de janeiro 2010
Em Cantares 5.16 lemos: "...ele é totalmente desejável".
Isso não pode ser dito a respeito de nenhum outro a não ser de Jesus Cristo.
Qualquer outra grandeza é corrompida por pequenez, qualquer outra sabedoria é arrasada por tolice, qualquer outra bondade vem maculada por imperfeição.
Jesus Cristo é o único do qual se pode afirmar que nEle tudo é amável e belo.
Sua beleza reside em Sua perfeita humanidade.
Ele se identificou conosco em tudo, exceto com nosso pecado e com nossa natureza má.
Ele teve de crescer fisicamente – como nós – mas Ele também cresceu na graça. Ele trabalhou, chorou, orou e amou.
Em todas as coisas Ele foi tentado como nós – mas permaneceu sem pecado.
Como Filho de Deus, Ele entra em nossa vida no século XX de maneira tão simples e natural como se tivesse morado em nossa rua.
Ele é um dos nossos em tudo. Ele entra em uma vida cheia de pecado assim como um rio limpo e transparente lança suas águas em um lago parado. O rio não teme a contaminação, é ele que limpa o lago com sua força.
Cristo também possui perfeita compaixão. Pensemos apenas no "rebanho sem pastor" ou na viúva enlutada de Naim. Será que alguma vez você viu Jesus procurando pessoas que "mereciam" que Ele se compadecesse delas? Dele está escrito simplesmente que: "... compadeceu-se dela e curou os seus enfermos" (Mt 14.14b). Que glória reside em sua misericórdia! Naquela época significava contaminação a aproximação com os pobres leprosos, mas o contato com a mão de Jesus os curava e purificava.
A perfeita humildade de Jesus Cristo é extremamente amável. Ele, o único que poderia ter escolhido como desejava nascer, entrou nesta vida como um dentre muitos. Ele disse: "...no meio de vós, eu sou como quem serve" (Lc 22.27b), e está escrito que Ele "deitou água na bacia e passou a lavar os pés aos discípulos e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido" (Jo 13.5). E também está escrito que Ele "quando ultrajado, não revidava com ultraje" (1 Pe 2.23).
Jesus Cristo também possui perfeita mansidão. Como Ele é meigo, mas também fiel, altruísta e devotado. Quando falou com a mulher calada, desesperada, depois que os seus acusadores foram se retirando um por um, toda a Sua amável mansidão se mostrou.
Até na hora da Sua morte, Ele ouviu o clamor de uma fé em desespero. Antigamente, quando os vencedores voltavam das guerras, traziam seus prisioneiros mais importantes como troféus de vitória. Para Jesus Cristo foi suficiente chegar ao céu trazendo a alma de um ladrão.
Finalmente, olhemos para Seu perfeito equilíbrio interior. Ainda poderíamos falar muito sobre Sua dignidade, sua varonilidade, sobre Sua coragem. Nele se unem traços de um caráter perfeito e formam um equilíbrio maravilhoso. Sua mansidão nunca é delicada demais, sua coragem jamais é bruta.
Ele não é totalmente desejável? Você quer aceitá-lO como Salvador pessoal e igualmente descobrir Sua glória? Ele próprio disse: "Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna" (Jo 6.47). (Dr. C. I. Scofield - http://www.ajesus.com.br) pr mdayres
28 de Janeiro
"Em todas estas cousas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou." (Romanos 8.37)
Há alguns anos foi lançado em Israel um selo postal em homenagem aos soldados que tombaram na guerra. O selo mostrava um soldado com um capacete e um manto de oração. Será possível simbolizar de maneira mais precisa o poder da oração? Dificilmente. Aquele que ora luta – e o lutador ora. Nossa batalha espiritual é um verdadeiro golpe no ar quando não oramos. Se sua vida de oração não acompanha a luta que lhe foi designada, você vai ser derrotado. Ai de nós se anunciarmos a Palavra de Deus sem que antes tenhamos batalhado de joelhos.
Todos os filhos de Deus são reis e sacerdotes, mas em um ministério que deveria ser real e sacerdotal, às vezes, existe uma grande falta da santa influência do Senhor. Eu temo que, em nossas atividades para o Senhor, existam demais características da maneira baixa, agitada e calculista dos empresários de nossos dias. Quem tem algo a dizer ou a fazer no Reino de Deus, quem tem uma incumbência do Senhor ou um cargo importante só consegue ser um servo de Cristo e não de homens quando leva uma vida de oração. Por isso, ore! Ore exatamente naquelas situações em que você está diante de um caso insolúvel, quando está tomado de profundo abatimento, pois está escrito: "No dia em que eu clamei, tu me acudiste, e alentaste a força de minha alma."
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)

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27 de Janeiro
"Se, porém, andarmos na luz como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado." (1 João 1.7)
Certa vez, quando me encontrava sobre o Atlântico voando para casa após uma série de conferências nos Estados Unidos, notei claramente: quando se voa da América para a Europa, vamos em direção à luz, uma vez que, no continente europeu, onde vivo, o dia amanhece sete horas antes. Durante o vôo, notei de repente que deixávamos para trás a escuridão, negra como betume, e voávamos diretamente para dentro da luz do dia.
Espiritualmente, como é importante para um filho de Deus que seu caminho vá em direção à luz e não em sentido contrário! E é igualmente importante na sua e na minha vida de fé que fujamos da escuridão. "Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor." Fuja da escuridão! O Senhor fala que Seu servo Jó "se desvia do mal". Este é um segredo da vitória: escapar e fugir do mal e se colocar na presença do Senhor Jesus, que a tudo ilumina. Apresse-se em direção à luz! Fuja da escuridão, pois o Senhor em breve virá!
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)

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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

26 de Janeiro
"Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá." (João 11.25)
Que maravilhosa promessa para filhos de Deus! O cristão vive na eternidade, pois ele tem a vida eterna dentro de si. Quando ele fechar seus olhos aqui na terra, "não verá a morte", conforme a afirmação e a promessa do Senhor Jesus. Só Jesus Cristo tem o poder de ignorar a morte como se ela não existisse. Sobre a filhinha de Jairo, Jesus disse: "...não está morta a menina, mas dorme"; e a respeito de Lázaro, Seu amigo que havia falecido, Jesus disse: "Nosso amigo Lázaro adormeceu." Paulo diz que estão dormindo os crentes renascidos que esperam pelo arrebatamento, mas não estão mais sobre a terra. Isso significa que, quanto à sua existência terrena, eles dormem, mas estão vivos diante do trono de Deus. Jesus Cristo nos garantiu isso com Sua ressurreição. "Onde está, ó morte, a tua vitória? onde está, ó morte, o teu aguilhão?" Jesus Cristo realmente ressuscitou, então podemos dizer que, quando um filho de Deus falece, tal pessoa não morreu; mas vive no paraíso em felicidade inexprimível.
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)

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domingo, 24 de janeiro de 2010

24 de Janeiro
"...E que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as cousas, quer sobre a terra, quer nos céus." (Colossenses 1.20)
O mundo todo se encontra em oposição a Israel porque foi lá que Deus fez a paz através do sangue de Jesus Cristo na cruz do Calvário. Ele é a nossa paz! Essa é, em última análise, a razão por que o mundo rejeita Israel e diz não ao Filho de Deus que veio e que voltará, e diz não à paz que vem de Deus. Pois Jesus não é apenas a nossa paz, Ele também é a luz do mundo. Paz sem luz não existe. Em Jesus Cristo se reúnem a Palavra, a luz e a paz. Ele é a Palavra que se fez carne. Ele é a luz. Ele é a nossa paz. "Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para os meus caminhos."
A Palavra nos ilumina e nos corrige, e é dessa maneira que conseguimos chegar à cruz do Calvário. É ali que, à luz da Palavra de Deus, através do sangue do Cordeiro, somos purificados de todos os nossos pecados, e assim a paz de Deus enche o nosso coração. Ao nosso redor, a tempestade continuará a rugir, mas em meio à fúria da tempestade podemos estar transbordantes da paz de Deus!
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)

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sábado, 23 de janeiro de 2010

IGREJA UNIDA EM UM PROPÓSITO!!!
23 de Janeiro
"Por que se enfurecem os gentios e os povos imaginam cousas vãs?" (Salmo 2.1)
Os atuais acontecimentos políticos parecem um turbilhão. Os fatos se sucedem de maneira vertiginosa. Tudo está em movimento. Quando ficamos observando esse furacão podemos ficar perturbados e entrar em pânico. A fúria das pessoas e dos povos é cada vez maior. Grita-se por justiça social, mas se continua sendo egoísta na vida pessoal. Nos protestos se clama pela paz, mas individualmente não temos paz com Deus. Esta é a fatal contradição: dizemos "Paz, paz", mas não há paz.
Será que em seu coração também se encontra esta contradição fatal? Será que você exige de outros aquilo que você também não tem? As desesperadas tentativas de construir um mundo melhor através do esforço humano estão aumentando. Mas elas estão condenadas ao fracasso porque os povos se voltam contra a nação que intermediou a paz na terra através de Jesus Cristo – o povo de Israel. Esta é, em essência, a crise mundial de nossos dias. Mas escondido no turbilhão dos acontecimentos políticos mundiais se acha o suave sopro divino. A verdadeira paz, o reino de paz, e o Príncipe da paz vão chegar, e vão chegar em Israel. Hoje Satanás tenta se antecipar a esse acontecimento, e é por isso que tudo aquilo que tem aparência de paz hoje em dia é apenas uma paz enganadora e uma felicidade aparente.
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)

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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

ATRAVESSANDO FRONTEIRAS!!!