


Sinais de perigo
O aparecimento de um sinal na pele não costuma chamar muito atenção. A primeira reação é pensar que se trata de uma pinta ou mancha causada pelo sol. É bem possível mesmo que não seja nada grave, mas o melhor é investigar. Os pontinhos aparentemente inofensivos podem significar câncer de pele. A doença, de acordo com estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), foi a neoplasia maligna com maior incidência de novos casos no Brasil este ano. Considerando os tipos de melanoma e não-melanoma, 120.930 pessoas descobriram ter câncer de pele em 2008-mais de 900 em Brasília.
Para conscientizar a população sobre a necessidade do diagnóstico precoce, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) vai realizar, em 8 de novembro, a 10° Campanha Nacional de Prevenção do Câncer da Pele, em 23 estados, incluindo o Distrito Federal. Em todo o país, 1,5 mil profissionais farão atendimentos gratuitos em 174 postos. Não haverá consultas , mas a idéia é oferecer exames completos e orientações detalhadas. Quem for diagnosticado será encaminhado para tratamento e cirurgia.
“São atendidas, em média, duas mil pessoas no dia da campanha. A gente sabe que os resultados de prevenção primária são muito demorados, como qualquer processo de educação e aprendizado. Mas é preciso pensar que o sol tomado com exagero ou com muita freqüência na infância vai manifestar seus efeitos a partir dos 30 ou 40 anos”, diz a dermatologia Roula kozak, presidente da SBD em Brasília e Coordenadora de Câncer de Pele da Secretaria de Saúde do DF.
Um dos coordenadores nacionais da campanha, Marcus Maia diz que o foco principal dos dermatologistas serão as pessoas com maior risco de desenvolver a doença: quem tem pele clara, cabelos claros, múltiplas pintas, histórico familiar e sardas. “Quanto mais sinais, maior risco”, alerta. Ele conta que nas campanhas, em média, 10% dos diagnósticos são positivos.
Maia também destaca que os idosos estão na mira dos dermatologistas. “Cerca de 95% dos casos não-melanoma e 5% dos melanomas incidem numa faixa etária próxima dos 70 anos”. O médico explica que isso não significa que o câncer de pele ataca mais os idosos. Na verdade, ele atribui o problema à longevidade. As pessoas vivem cada vez mais e, como até duas décadas atrás, pouco se falava sobre prevenção, elas ficaram mais expostas. Agora, estão colhendo os resultados negativos da negligência.
De acordo com os dermatologistas, no entanto, as novas gerações estão mais conscientes sobre a necessidade de proteção e, a longo prazo, a tendência é de diminuição da incidência. “Não é raro atender famílias onde os filhos usam filtro solar e, os pais não”, conta Roula Kozak. Maia diz que as vendas dos produtos indicados para combater os efeitos maléficos do sol estão aumentando. “Hoje, a população se protege mais. De acordo com os fabricantes, 25 milhões de brasileiros consomem filtro solar anualmente”, conta. pr mdayres
O aparecimento de um sinal na pele não costuma chamar muito atenção. A primeira reação é pensar que se trata de uma pinta ou mancha causada pelo sol. É bem possível mesmo que não seja nada grave, mas o melhor é investigar. Os pontinhos aparentemente inofensivos podem significar câncer de pele. A doença, de acordo com estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), foi a neoplasia maligna com maior incidência de novos casos no Brasil este ano. Considerando os tipos de melanoma e não-melanoma, 120.930 pessoas descobriram ter câncer de pele em 2008-mais de 900 em Brasília.
Para conscientizar a população sobre a necessidade do diagnóstico precoce, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) vai realizar, em 8 de novembro, a 10° Campanha Nacional de Prevenção do Câncer da Pele, em 23 estados, incluindo o Distrito Federal. Em todo o país, 1,5 mil profissionais farão atendimentos gratuitos em 174 postos. Não haverá consultas , mas a idéia é oferecer exames completos e orientações detalhadas. Quem for diagnosticado será encaminhado para tratamento e cirurgia.
“São atendidas, em média, duas mil pessoas no dia da campanha. A gente sabe que os resultados de prevenção primária são muito demorados, como qualquer processo de educação e aprendizado. Mas é preciso pensar que o sol tomado com exagero ou com muita freqüência na infância vai manifestar seus efeitos a partir dos 30 ou 40 anos”, diz a dermatologia Roula kozak, presidente da SBD em Brasília e Coordenadora de Câncer de Pele da Secretaria de Saúde do DF.
Um dos coordenadores nacionais da campanha, Marcus Maia diz que o foco principal dos dermatologistas serão as pessoas com maior risco de desenvolver a doença: quem tem pele clara, cabelos claros, múltiplas pintas, histórico familiar e sardas. “Quanto mais sinais, maior risco”, alerta. Ele conta que nas campanhas, em média, 10% dos diagnósticos são positivos.
Maia também destaca que os idosos estão na mira dos dermatologistas. “Cerca de 95% dos casos não-melanoma e 5% dos melanomas incidem numa faixa etária próxima dos 70 anos”. O médico explica que isso não significa que o câncer de pele ataca mais os idosos. Na verdade, ele atribui o problema à longevidade. As pessoas vivem cada vez mais e, como até duas décadas atrás, pouco se falava sobre prevenção, elas ficaram mais expostas. Agora, estão colhendo os resultados negativos da negligência.
De acordo com os dermatologistas, no entanto, as novas gerações estão mais conscientes sobre a necessidade de proteção e, a longo prazo, a tendência é de diminuição da incidência. “Não é raro atender famílias onde os filhos usam filtro solar e, os pais não”, conta Roula Kozak. Maia diz que as vendas dos produtos indicados para combater os efeitos maléficos do sol estão aumentando. “Hoje, a população se protege mais. De acordo com os fabricantes, 25 milhões de brasileiros consomem filtro solar anualmente”, conta. pr mdayres
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